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KARDEC E A DOUTRINA DOS ESPÍRITOS
 
A Umbanda traz, em sua filosofia, conceitos e rituais, muito do que a Doutrina Espírita nos ensina - a reencarnação, o livre-arbítrio e as múltiplas existências das quais o Espírito se utiliza para sua evolução; o amor incondicional e a caridade: "Amar ao próximo como a si mesmo"; "Fora da caridade, não há salvação", máximas morais que Jesus Cristo, quando esteve entre nós, tanto pregou, assim como a tolerância e a benevolência.
 
Vamos conhecer agora, um pouco mais sobre esse grande missionário, o educador que se fez conhecer como Allan Kardec e teve, como grande tarefa, codificar a Doutrina dos Espíritos, trazendo, por meio do Espírito de Verdade, o tão esperado consolador que Jesus prometera.
 
KARDEC, O CODIFICADOR
 
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail), nasceu na cidade de Lyon, na França, em 03 de outubro de 1804, numa família que se distinguiu no magistrado e na Advocacia. Mas desde a juventude sempre esteve interessado no estudo da Ciência e da Filosofia. Estudou na escola de Pestalozzi, na Suíça, e, desde cedo, sempre demonstrou preocupação com a educação, tornando-se um dos mais dedicados discípulos do Mestre que teve grande influência na reforma educacional ocorrida na França e na Alemanha. Além disso, foi um dos primeiros a incentivar o ensino para ambos os sexos, principalmente para as mulheres, sempre deixadas em segundo plano no sistema de ensino da época. Ministrava cursos gratuitos em sua própria casa; fundou escolas e dedicou sua vida à educação.
 
Kardec nasceu em família católica num país protestante, e, desde muito cedo, teve que conviver com a intolerância. Nesse sentido, sempre nutriu a idéia de uma reforma religiosa que unificasse as crenças, mas para isso lhe faltava ainda o elemento que o levasse a uma solução do problema. No tempo certo o Espiritismo chegou lhe trazendo o direcionamento ao trabalho.
 
Durante toda a sua juventude Allan Kardec estudou o magnetismo; em 1854, aos 50 anos, toma conhecimento de um fenômeno mediúnico que estava se tornando bastante popular: as "mesas girantes ou falantes". Ao tomar contato, pela primeira vez, com a tal "brincadeira", Kardec percebeu que não se tratava apenas de algo banal, mas que por trás daquilo havia algo que poderia levá-lo a respostas para muitos problemas existenciais.
 
AS MESAS GIRANTES
 
Em 1853 a Europa inteira se voltava para o fenômeno das "mesas girantes", considerado então o maior acontecimento do século. O ponto de partida havia sido nos Estados Unidos, em 1848, com as irmãs Fox - Margaret, de 14 anos, e Kate de 11. De família metodista, as meninas se viram envolvidas em manifestações de ruídos, arranhões e batidas pela casa, como se os móveis estivessem sendo arrastados. Os fenômenos tinham tamanha força que suas camas chegavam a tremer e a sair do lugar, sem que tivessem qualquer atitude voluntária para que isso ocorresse, não deixando que elas dormissem.
 
Essa onda de acontecimentos e fenômenos expandiu-se pela Europa; por todo lugar se ouvia falar das "mesas fantásticas", "table volante" ou "table tournante" para os franceses, table-moving, para os ingleses.
Uma mesinha redonda, de três pés, em redor da qual as pessoas se juntavam provocando manifestações sobrenaturais. Todos colocavam as mãos sobre a mesa e, por meio do fenômeno de efeitos físicos, a mesma dava saltos sobre os pés, girando e dando pancadas. Por meio de um código alfabético era possível travar um diálogo com o mundo invisível.
 
Essa "brincadeira" tornou-se tão popular entre a sociedade francesa, que uma senhora, chamada Emília de Girardim, criou uma mesa que girava com facilidade sobre os pés como se fosse uma roleta. Na superfície da mesa eram colocadas as letras do alfabeto, números e as palavras sim e não; no centro havia um ponteiro ou agulha; o médium colocava as mãos sobre a mesa e esta girava e parava sob a agulha na letra que queria, passando assim as mensagens vindas do "além".
 
Foi em 1854 que o senhor Rivail ouviu falar pela primeira vez sobre o fenômeno das mesas, através de uma amigo, senhor Fortier, um magnetizador. Em 1855, ao assistir a uma sessão na casa da senhora Plaine-maison, viu, pela primeira vez, as mesas que giravam, saltavam, corriam e respondiam com pancadas às perguntas que eram feitas pelos presentes. Na observação do fenômeno aplicou o princípio da causalidade: se os efeitos eram inteligentes, deveriam ter uma causa inteligente. A essa "causa" definiu como "espírito" ou princípio inteligente dos seres humanos que sobreviveria à morte, que é apenas a destruição do corpo físico.
 
Observando as mensagens que eram passadas através da mesa, logo percebeu que entre estas havia as dos Espíritos que possuíam um nível intelectual e moral acima da média dos seres humanos encarnados. Entre mais de 50 mil mensagens e o contato com vários médiuns, selecionou os ensinamentos dos Espíritos e, em 18 de abril de 1857, colocou essa nova corrente de pensamento, ao dispor da sociedade francesa e mundial com o lançamento de "O Livro dos Espíritos", que contém os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a Natureza dos Espíritos, Leis Morais, vida presente e futura, sempre seguindo os ensinamentos dos Espíritos Superiores.
Eis o que escreveu Allan Kardec sobre o lançamento do primeiro livro que comporia a codificação da Doutrina Espírita: "Por sua natureza, a Revelação Espírita tem um duplo caráter: atinge ao mesmo tempo a revelação divina e a revelação científica. Seu advento é providencial e não o resultado da iniciativa e do desígnio do Homem. Os pontos fundamentais da Doutrina são os ensinamentos dados pelos Espíritos, encarregados por Deus de esclarecer os homens sobre coisas que estes ignoravam e que não podiam aprender sozinhos, mas que é importante que conheçam. Esse ensinamento não é privilégio de nenhum indivíduo, mas é dado a todos pela mesma via. Os que recebem e os que transmitem, de maneira nenhuma são passivos, dispensados do trabalho de observação e de pesquisa; não é necessário, de maneira alguma, abrir mão de seu julgamento e de seu livre-arbítrio; que o controle, de forma alguma lhes é tirado, mas, ao contrário, recomendado. Enfim, a Doutrina de forma alguma impõe a crença cega; esta é deduzida pelo trabalho do Homem, pela observação dos fatos que os Espíritos colocam sob seus olhos e das instruções que lhes deram, instruções que ele estuda, comenta, compara e de onde tira suas conseqüências e aplicações. Em uma palavra, o que caracteriza a Revelação Espírita é que a fonte é divina, a iniciativa pertence aos Espíritos e a elaboração é feita pelo trabalho do Homem".
 
Como meio de elaboração da Doutrina, o Espiritismo aplicou o método experimental, pois os fatos novos se apresentaram e não puderam ser explicados pelas leis até então conhecidas. Acontece então a observação, a comparação, a análise... Dos efeitos, volta-se às causas, chegando-se às leis que as rege. Deduzindo-se suas conseqüências, se buscou as aplicações úteis.
 
Não foi estabelecida nenhuma teoria preconcebida; não foi colocada, como hipótese, a existência e a intervenção dos Espíritos, o perispírito, a reencarnação, nem nenhum dos princípios da Doutrina. Não foram os fatos que vieram confirmar a teoria, mas a teoria veio explicar e resumir os fatos.
 
O Espiritismo é uma Ciência de observação e não produto da imaginação. A Ciência, baseada no método experimental e de observação, pode ser aplicada, tanto para a matéria quanto para as coisas metafísicas. Por exemplo: no mundo espiritual ocorre algo que até então ninguém havia suspeitado, como o fato de espíritos desencarnados não acreditarem que estão mortos. Os Espíritos Superiores, que bem conhecem o fato, não passavam suas mensagens dizendo diretamente que existem espíritos que se colocam dessa forma após o desencarne, mas fizeram com que esses espíritos se manifestassem para que pudéssemos observá-los. Esse tipo de acontecimento não é uma exceção na vida espiritual, acontece com freqüência e é uma de suas fases, própria dos espíritos menos avançados moralmente.
 
O Espiritismo não colocou princípios absolutos, mas fez com que a observação dos fatos levasse a uma conclusão científica e racional. Sempre rumo ao progresso, se novos fatos são descobertos, estes são estudados e aceitos conforme sua demonstração. Assim como a Ciência estuda as leis da matéria, o principal objetivo do Espiritismo é o conhecimento das leis do princípio espiritual. Como este representa uma das manifestações da Natureza na Terra, ele interage sem parar com a matéria e vice-versa, mostrando que, para se bem conhecer um, é preciso muito bem estudar o outro. Com isso, o Espiritismo e a Ciência se complementam: para a Ciência, torna-se difícil explicar certos fenômenos somente pelas leis materiais; o Espiritismo sem a base do estudo científico, não teria amparo nem controle.
As idéias e conhecimentos que um indivíduo tem, sem antes ter tido qualquer contato ou estudo sobre o assunto, só se explicam em vidas anteriores; simpatias e antipatias pela natureza das relações em outras vidas, que fazem com que a grande família humana tenha a oportunidade de se religar, em diferentes épocas, colaborando com o progresso espiritual de toda a humanidade, alimentando princípios de fraternidade, igualdade, liberdade e solidariedade universais. Com o Espiritismo, as Leis da Natureza deixam de ser simples teoria.
 
A RACIONALIZAÇÃO DA FÉ
 
O Espiritismo trouxe aos homens, por meio da observação científica dos fenômenos, uma fé que busca, na razão, a sua existência. Em vez da fé cega, que nos obriga a acreditar sem racionalizar sobre o fato, o Espiritismo nos ensina a ter fé inabalável, aquela que pode encarar a razão em qualquer época da humanidade. O dogma da fé cega faz com que exista ainda um grande número de pessoas que não crêem nos princípios da Doutrina Espírita- a imortalidade da alma e a pluralidade de vidas -, impondo-se sobre as capacidades de maior valor do ser humano: a razão e o livre-arbítrio.
 
Logo após o lançamento de O Livro dos Espíritos, a Doutrina se apresentou não com hierarquias e concepções esotéricas e/ou dogmáticas, mas mostrou-se como uma corrente filosófica e espiritualista, sempre comprometida com o progresso intelectual e moral da humanidade.
 
O codificador da Doutrina Espírita, também chamado, em sua época, de "o fundador do Espiritismo", sempre foi um homem comprometido com o social.
 
Ele dizia: “A aspiração, por uma ordem superior de coisas, é indício da possibilidade de atingi-la. Cabe aos homens progressistas ativar esse movimento pelo estudo e aplicação dos meios mais eficazes".
 
O Livro dos Espíritos alcançou tamanho êxito, que Kardec projetou criar um Jornal Espírita. Em 15 de novembro de 1857, por intermédio da srta. Dufaux, Kardec perguntou aos seus Guias o que deveria fazer para que pudesse colocar a sua idéia em prática. Foi-lhe respondido que pusesse a sua idéia em prática e não se inquietasse com o resto. No dia I ° de janeiro de 1858 estava pronto o primeiro número do jornal, e, a partir de então, os números se sucederam sem interrupção, tornando-se um poderoso auxiliar na propagação da Doutrina. Kardec também fundou, em 1º de abril de 1858, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, a primeira instituição regular, que tinha como objetivo a disseminação e o progresso do Espiritismo.
 
Evitando as fórmulas abstratas da Metafísica, Allan Kardec fez com que todos lessem seus livros sem cansaço, condição para que as mensagens se propagassem com facilidade. Sobre todas as controvérsias, sua argumentação lógica predispõe à convicção. As provas materiais que o Espiritismo apresenta da existência da alma e da vida futura destroem as idéias materialistas. Em vez de utilizar o argumento "fora da igreja não há salvação", que alimenta o sectarismo entre as diferentes seitas e religiões, o Espiritismo veio propor "fora da caridade não há salvação", pregando a igualdade dos homens perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.
 
E assim nasceu o Espiritismo, Filosofia e Ciência que, contando com a ação dos Espíritos Superiores e o apoio moral e cultural de Allan Kardec, como codificador, trouxe para toda a humanidade o Consolador prometido por Jesus, respostas e soluções para as indagações de todo ser humano encarnado, sobre sua vida presente e futura, provando, por meios eficazes, a imortalidade da alma e a pluralidade de vidas.
 
Alan Kardec foi um grande pensador humanista; fundou a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas e a Revista Espírita; escreveu cerca de 30 livros em apenas 12 anos; divulgou o Espiritismo por toda a França em conferências; incentivou a criação de grupos de estudos em toda a Europa. Seu ideal era ver crescer, entre a humanidade, uma nova sociedade, com novas bases morais.
 
Sr. Rivail desencarnou no dia 31 de março de 1869, aos 65 anos. No seu túmulo, em Paris, podemos ler a frase: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei".
 
PROFESSOR RIVAIL SE TORNA ALLAN KARDEC
 
Aquela noite de 30 de abril de 1856 seria uma noite inesquecível, não somente para o casal Rivail, mas para toda a humanidade, que receberia a promissora notícia de que já se encontrava entre os homens aquele missionário que facilitaria a entrada do Consolador prometido pelo Cristo.
 
Identificado o missionário, logo teria início a missão. O respeitável professor Rivail se tornaria Allan Kardec.
Numa das reuniões, as quais o casal costumeiramente comparecia para o intercâmbio com a Espiritualidade, o Espírito que se identificava como Zéfiro saudou assim o professor Rivail: Salve sumo pontífice, três vezes, salve!
 
Nessa mesma noite, Zéfiro declarou ser o senhor Rivail a reencarnação do antigo sacerdote Druida que, entre o povo celta, usava o nome de Allan Kardec. Sua vivência se deu no ano 44 a.C, época em que os romanos ocuparam aquela terra. Os druidas não tinham templos, reuniam-se sob a copa das árvores dos bosques, em particular sob majestosos carvalhos, que eram por eles considerados sagrados.
 
Na noite do dia 25 de março de 1856, Sr. Rivail estava em seu escritório, se preparando para consultar os manuscritos recebidos pelos médiuns com os quais estava compondo o primeiro livro da codificação - O Livro dos Espíritos, quando ouviu ressoarem algumas batidas na parede de madeira. No dia seguinte, em sessão de intercâmbio espiritual na casa do sr. Brandim, contou-lhe o ocorrido e pediu uma explicação. Sr. Brandim lhe disse que era seu Espírito amigo querendo comunicar-se com ele. Solicitou que ele mesmo indagasse o motivo da comunicação, pois o Espírito ali se encontrava presente.
 
Pergunta: Meu Espírito familiar, agradeço-vos por ter vindo. Poderia me dizer quem é?
Resposta: Para ti, chamar-me-ei a Verdade, e, todos os meses, durante 15 minutos estarei aqui à tua disposição.
 
P. : O nome Verdade que tomais é uma alusão à verdade que procuro?
R.: Talvez, ou, pelo menos, é um Guia que há de ter ajudar e proteger.
 
P.: Posso evocar-te em minha casa?
R.: Sim, para que eu te assista pelo pensamento. Mas respostas escritas em tua casa não virão tão cedo.
Ao publicar, em I ° de janeiro de 1858, a "Revista Espírita", Allan Kardec iniciou um periódico que serviu como laboratório para suas obras e projetos, incentivando a comunicação com espíritas e simpatizantes de várias partes do mundo, contribuindo para a difusão da então nascente Doutrina Espírita. Este era o propósito de Kardec no número inaugural da revista: "Unir, por um laço comum, aos que compreendem a Doutrina Espírita sob seu verdadeiro ponto de vista moral: a prática do bem e a caridade evangélica para com todos". Após o desencarne de Kardec a revista passou por várias fases e foi dirigida por Pierre Gaétan Leymarie, jean Meyer e André Dumas, este último incorporando a revista em outro título no ano de 1977. Mas em 1989 a "Union Spirite Française et Francophone" consegue novamente o direito de utilização do nome, e, no 4º trimestre desse mesmo ano, ela ressurge, após 12 anos de interrupção.
 
OBRAS QUE COMPÕEM A CODIFICAÇÃO ESPÍRITA
 
O Livro os Espíritos - com este livro se iniciou, para o mundo, em 18 de abril de 1857, a Era Espírita. Assim se cumpria a promessa do Consolador, sob o codinome "Espírito de Verdade". Pode-se dizer que O Livro dos Espíritos é o início de uma nova fase na evolução humana. É uma obra que merece nossa atenção, pois sobre este livro se ergueu a Doutrina Espírita.
 
O Livro dos Médiuns - é a obra da Codificação mais rigorosa no que diz respeito à vertente científica do Espiritismo. Nele se manifesta todo o rigor que Kardec teve em seus estudos, sobre os fenômenos, elaborando um método positivo para separar o joio do trigo no que concerne ao exercício da prática mediúnica.
 
O Evangelho Segundo o Espiritismo - neste livro, Kardec analisa vinte e cinco capítulos sobre as máximas morais do Evangelho e as aplicações espíritas de seus ensinamentos. Neste terceiro volume da Codificação o Espírito que guia Kardec anuncia: "É chegada a hora de apresentar o Espiritismo como ele realmente é, mostrando onde se encontra a verdadeira doutrina que Cristo ensinou".
 
O Céu e o Inferno - o quarto livro da Codificação, é um exame comparado das doutrinas sobre a vida corporal e espiritual, suas penas e recompensas futuras. É colocado um conhecimento real da natureza dos anjos e demônios, provando ser, sem razão, o dogma das penas eternas, mostrando a grandeza do código penal que depois da morte rege os Espíritos.
 
A Gênese - A Gênese, Milagres e Predições é um passo a mais no estudo das conseqüências e aplicações do Espiritismo. Relaciona os três itens do título com as novas leis advindas da observação dos fenômenos espíritas. Explica "milagres" como o do cego de Betsaida, Lázaro, Jesus andando sobre as águas, multiplicação dos pães, etc.
 
Obras Póstumas - publicado 21 anos após o desencarne de Allan Kardec, traz, além de sua biografia, o discurso de Camille Flamarion, pronunciado diante de seu túmulo. Constitui valorosa contribuição ao esclarecimento de tema como Deus, alma, a criação, princípio das manifestações, transfiguração e emancipação da alma (viagem astral). Apresenta a "Constituição do Espiritismo e a necessidade de orientar o desenvolvimento doutrinário.

Texto e pesquisa: Virgínia Rodrigues - base de consulta: USE / Obras Póstumas / Portal do Espírito
Fonte: Revista Espiritual de Umbanda – Nº 12

 Publicado em: 2007-05-04 por NeyBarbosa, última modificação em: 2007-05-04 por NeyBarbosa(1375 vizualização(ões))
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